Cidade de Toms River continua assombrada por filme de horror

Mais de três décadas após a rodagem de Amityville - A Mansão do Diabo, a cidade norte-americana continua a fazer exigências que afastam os produtores cinematográficos.

"As casas não têm memórias", disse George Lutz (James Brolin) à mulher Kathy (Margot Kidder) quando o agente imobiliário revela ao casal que a casa que estão prestes a comprar, por tão bom preço, fora palco de um crime violento. Esta deixa, do filmeAmityville - A Mansão do Diabo (1979), não se pode aplicar à cidade onde o filme foi rodado, Toms River, a cerca de 110 quilómetros a sul de Nova Iorque. Em 1982, após as rodagens de uma sequela do filme, o então Comité Municipal de Dover adotou medidas que proibiam que se voltassem a fazer filmes em todas as áreas residenciais da cidade. E mais de três décadas depois, Toms River mantém exigências e burocracias aos produtores cinematográficos, em nome da tranquilidade dos habitantes.

O crime violento que teve lugar na casa que foi imortalizada em Amityville não foi somente uma história de cinema, mas algo bem real. Cinco anos antes do filme se ter concretizado, Ronald DeFeo Jr., então com 24 anos, conhecido também pelo apelido Butch, matou os pais, dois irmãos e duas irmãs em casa. Os seis foram encontrados mortos, deitados no chão com as mãos sobre a cabeça.

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Paul McCarthty recusou-se a reinstalar a sua obra ‘A Árvore’, que tem causado polémica por se assemelhar a um brinquedo sexual e que foi vandalizada durante a noite na Praça Vendôme, em Paris, França.


"Na sequência dos atos de vandalismo contra a peça A Árvore de Paul McCarthy, instalada na Praça Vendôme, em Paris, no âmbito do percurso ‘Hors les Murs’ da Feira Internacional de Arte Contemporânea (Fiac), a mesma não poderá ser reinstalada”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado pela Fiac.
A nota refere ainda que, “perante a violência de certas reações [aA Árvore], o artista está preocupado com possíveis estragos durante a remontagem da obra”, acrescentando que Paul McCarthy não quer “estar envolvido em confrontos, nem continuar a correr riscos com este trabalho”.
"Em vez de provocar uma reflexão profunda sobre a existência dos objetos como um meio de expressão em si mesmo, nomeadamente na pluralidade de significados, temos assistido a reações violentas", afirmou Paul McCarthy.
A estrutura insuflável verde, batizada de A Árvore, cuja forma está algures entre uma árvore de Natal e um objeto sexual, foi vandalizada na noite de sexta-feira para sábado por desconhecidos que desligaram a fonte de alimentação que mantinha a obra inflada.
Na quinta-feira, um desconhecido agrediu o artista enquanto este instalava a obra na Praça Vendôme. O próprio Paul McCarthy admitiu que a obra poderia tanto poderia fazer lembrar um ‘plug anal’ como uma árvore de Natal.

Paul McCarthty recusou-se a reinstalar a sua obra ‘A Árvore’, que tem causado polémica por se assemelhar a um brinquedo sexual e que foi vandalizada durante a noite na Praça Vendôme, em Paris, França.

"Na sequência dos atos de vandalismo contra a peça A Árvore de Paul McCarthy, instalada na Praça Vendôme, em Paris, no âmbito do percurso ‘Hors les Murs’ da Feira Internacional de Arte Contemporânea (Fiac), a mesma não poderá ser reinstalada”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado pela Fiac.

A nota refere ainda que, “perante a violência de certas reações [aA Árvore], o artista está preocupado com possíveis estragos durante a remontagem da obra”, acrescentando que Paul McCarthy não quer “estar envolvido em confrontos, nem continuar a correr riscos com este trabalho”.

"Em vez de provocar uma reflexão profunda sobre a existência dos objetos como um meio de expressão em si mesmo, nomeadamente na pluralidade de significados, temos assistido a reações violentas", afirmou Paul McCarthy.

A estrutura insuflável verde, batizada de A Árvore, cuja forma está algures entre uma árvore de Natal e um objeto sexual, foi vandalizada na noite de sexta-feira para sábado por desconhecidos que desligaram a fonte de alimentação que mantinha a obra inflada.

Na quinta-feira, um desconhecido agrediu o artista enquanto este instalava a obra na Praça Vendôme. O próprio Paul McCarthy admitiu que a obra poderia tanto poderia fazer lembrar um ‘plug anal’ como uma árvore de Natal.

Paul McCarthty Paul McCarthy 'Tree art arte

Paul McCarthy was born in Salt Lake City, Utah, in 1945. Originally formally trained as a painter, he studied art at the University of Utah and Weber State University in 1969. He furthered his studies at the San Francisco Art Institute receiving a BFA in painting. In 1972 he turned to film, video, and art at the University of Southern California receiving an MFA. In 1982 the table turned and, until 2002, he taught performance, video, installation, and performance art history at the University of California, Los Angeles.
Currently, Paul McCarthy lives in Los Angeles, California, and works mainly in video and sculpture. But many of his works from the late 60s were so called “happenings” – performances, events or situations meant to be considered art, usually as performance art, in an attempt to eliminate the boundaries between the artwork and its viewers.
At a first encounter with this artist’s work, it’s easy to miss out on the aesthetic, political, or philosophical impetus behind that weirdness, scariness and maybe even vulgarity. Paul McCarthy’s video performances and provocative multimedia installations satirically and ironically criticize society, ridicule authority, and hassles the viewer with a sensory overload, of often sexually-tinged, powerful, violent imagery.
With his characteristic cheeky humor, Paul McCarthy often takes aim at some of the most popular American myths and icons—Walt Disney, the Western, and even the Modern Artist. He adds a touch of malice to subjects that have been traditionally admired for their great innocence or purity.
Absent or present, the human figure is a central motif in Paul McCarthy’s work. Whether if it is in the form of bodies in action, satirical caricatures, or animistic sculptures, as the residue of a private ritual, or as architectural space left uninhabited for the viewer to occupy, the human is omnipresent.

Paul McCarthy was born in Salt Lake City, Utah, in 1945. Originally formally trained as a painter, he studied art at the University of Utah and Weber State University in 1969. He furthered his studies at the San Francisco Art Institute receiving a BFA in painting. In 1972 he turned to film, video, and art at the University of Southern California receiving an MFA. In 1982 the table turned and, until 2002, he taught performance, video, installation, and performance art history at the University of California, Los Angeles.

Currently, Paul McCarthy lives in Los Angeles, California, and works mainly in video and sculpture. But many of his works from the late 60s were so called “happenings” – performances, events or situations meant to be considered art, usually as performance art, in an attempt to eliminate the boundaries between the artwork and its viewers.

At a first encounter with this artist’s work, it’s easy to miss out on the aesthetic, political, or philosophical impetus behind that weirdness, scariness and maybe even vulgarity. Paul McCarthy’s video performances and provocative multimedia installations satirically and ironically criticize society, ridicule authority, and hassles the viewer with a sensory overload, of often sexually-tinged, powerful, violent imagery.

With his characteristic cheeky humor, Paul McCarthy often takes aim at some of the most popular American myths and icons—Walt Disney, the Western, and even the Modern Artist. He adds a touch of malice to subjects that have been traditionally admired for their great innocence or purity.

Absent or present, the human figure is a central motif in Paul McCarthy’s work. Whether if it is in the form of bodies in action, satirical caricatures, or animistic sculptures, as the residue of a private ritual, or as architectural space left uninhabited for the viewer to occupy, the human is omnipresent.

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Paul McCarthy ‘Tree’ - Paris Sex Toy Sculpture 
A obra de arte que está a escandalizar os parisienses
Instalada numa das praças mais elegantes de Paris, a peça chama-se Tree (árvore), tem 24 metros de altura e fica até ao Natal. Mas há quem veja apenas um brinquedo sexual gigante.


Assinada pelo artista americano Paul McCarthy, a peça foi colocada na Place Vêndome por ocasião da Feira Internacional de Arte Contemporânea, que decorre em Paris entre 23 e 26 de outubro, e também para anunciar a inauguração da primeira exposição de McCarthy, de 69 anos, na capital francesa.
Trata-se de uma escultura insuflável que, segundo a France TV, foi pensada especificamente para aquele local e representa uma árvore de Natal.
Mas os internautas, longe de ver na instalação o símbolo das festividades, apressaram-se a compará-la com um brinquedo sexual, pela sua forma fálica. E encheram as redes sociais de comentários indignados, sobretudo porque a peça está mesmo em frente ao Hotel Ritz, diante de algumas das joalharias mais luxuosas do mundo numa das praças mais requintadas de Paris.
O movimento conservador Printemps Français veio mesmo dizer que a Place Vêndome fica desfigurada e a cidade de Paris “humilhada” perante esta instalação.

Paul McCarthy ‘Tree’ - Paris Sex Toy Sculpture 

A obra de arte que está a escandalizar os parisienses

Instalada numa das praças mais elegantes de Paris, a peça chama-se Tree (árvore), tem 24 metros de altura e fica até ao Natal. Mas há quem veja apenas um brinquedo sexual gigante.

Assinada pelo artista americano Paul McCarthy, a peça foi colocada na Place Vêndome por ocasião da Feira Internacional de Arte Contemporânea, que decorre em Paris entre 23 e 26 de outubro, e também para anunciar a inauguração da primeira exposição de McCarthy, de 69 anos, na capital francesa.

Trata-se de uma escultura insuflável que, segundo a France TV, foi pensada especificamente para aquele local e representa uma árvore de Natal.

Mas os internautas, longe de ver na instalação o símbolo das festividades, apressaram-se a compará-la com um brinquedo sexual, pela sua forma fálica. E encheram as redes sociais de comentários indignados, sobretudo porque a peça está mesmo em frente ao Hotel Ritz, diante de algumas das joalharias mais luxuosas do mundo numa das praças mais requintadas de Paris.

O movimento conservador Printemps Français veio mesmo dizer que a Place Vêndome fica desfigurada e a cidade de Paris “humilhada” perante esta instalação.

Paul McCarthy'Tree' Paul McCarthy obra de arte vandalizada Tree- vandalizada art arte Paris Sex Toy Sculpture

Paul McCarthy ‘Tree  Paris Sex Toy Sculpture 
Vandalizada a escultura que estava a escandalizar os parisienses
Depois de Paul McCarthy, o autor, ter sido agredido durante uma visita à peça insuflável colocada na Place Vêndome, alguém cortou os cabos que a mantinham de pé, obrigando a árvore a esvaziar.


A peça tem estado a causar controvérsia pela semelhança com um brinquedo sexual e foi colocada na Place Vêndome por ocasião da Feira Internacional de Arte Contemporânea, que decorrerá em Paris entre 23 e 26 de outubro. O objetivo era também anunciar a inauguração da primeira exposição de McCarthy, artista norte-americano de 69 anos, na capital francesa.
Mas o próprio McCarthy foi o primeiro a sofrer as consequências da sua forma de manifestação artística: na quinta-feira, quando se deslocou à elegante praça francesa para apreciar de perto a escultura em tela verde insuflável, com 24 metros de altura, levou três bofetadas de um transeunte desconhecido que fugiu a correr e ainda não foi identificado. Os parisienses não reagiram bem à peça que se chama ‘Tree’ (árvore) e cuja intenção é representar uma árvore de Natal; apesar do verde, nela reconhecem apenas o formato de um brinquedo sexual em tamanho gigante.
Os mais conservadores manifestaram o seu desagrado nas redes sociais, dizendo que a instalação na Place Vêndome humilha a capital francesa e desfigura uma das principais praças da cidade, onde ficam algumas das joalharias mais luxuosas do mundo e o célebre Hotel Ritz. Na noite de sexta-feira passada para sábado, alguém decidiu agir e cortar os cabos que mantinham de pé a peça insuflável, aproveitando uma distração do agente de segurança que se encontrava no local.
A árvore começou então a esvaziar e, na manhã deste sábado, os responsáveis da Feira Internacional de Arte Contemporânea decidiram retirar-lhe todo ar, mas garantem que os cabos serão reparados e que a peça irá regressar ao estado inicial. A France 24 avança ainda que as autoridades francesas já estarão a investigar o ato de vandalismo.

Paul McCarthy ‘Tree  Paris Sex Toy Sculpture 

Vandalizada a escultura que estava a escandalizar os parisienses

Depois de Paul McCarthy, o autor, ter sido agredido durante uma visita à peça insuflável colocada na Place Vêndome, alguém cortou os cabos que a mantinham de pé, obrigando a árvore a esvaziar.

A peça tem estado a causar controvérsia pela semelhança com um brinquedo sexual e foi colocada na Place Vêndome por ocasião da Feira Internacional de Arte Contemporânea, que decorrerá em Paris entre 23 e 26 de outubro. O objetivo era também anunciar a inauguração da primeira exposição de McCarthy, artista norte-americano de 69 anos, na capital francesa.

Mas o próprio McCarthy foi o primeiro a sofrer as consequências da sua forma de manifestação artística: na quinta-feira, quando se deslocou à elegante praça francesa para apreciar de perto a escultura em tela verde insuflável, com 24 metros de altura, levou três bofetadas de um transeunte desconhecido que fugiu a correr e ainda não foi identificado. Os parisienses não reagiram bem à peça que se chama ‘Tree’ (árvore) e cuja intenção é representar uma árvore de Natal; apesar do verde, nela reconhecem apenas o formato de um brinquedo sexual em tamanho gigante.

Os mais conservadores manifestaram o seu desagrado nas redes sociais, dizendo que a instalação na Place Vêndome humilha a capital francesa e desfigura uma das principais praças da cidade, onde ficam algumas das joalharias mais luxuosas do mundo e o célebre Hotel Ritz. Na noite de sexta-feira passada para sábado, alguém decidiu agir e cortar os cabos que mantinham de pé a peça insuflável, aproveitando uma distração do agente de segurança que se encontrava no local.

A árvore começou então a esvaziar e, na manhã deste sábado, os responsáveis da Feira Internacional de Arte Contemporânea decidiram retirar-lhe todo ar, mas garantem que os cabos serão reparados e que a peça irá regressar ao estado inicial. A France 24 avança ainda que as autoridades francesas já estarão a investigar o ato de vandalismo.

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“the only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars.” Jack Kerouac, On the Road

(Source: themaninthegreenshirt, via themaninthegreenshirt)

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